Veco Noticias

Suspeito de matar servidor municipal que defendeu namorada de estupro é indiciado por estupro, furto, roubo e latrocínio, diz polícia


Guilherme Ambrosini, 32 anos, foi morto em 12 de junho deste ano em Pato Branco. Polícia Civil conclui inquérito nesta quinta (4). Suspeito está preso e se condenado poderá pegar pena de até 90 anos. g1 tenta contato com a defesa do suspeito. Guilherme foi morto com um tiro na cabeça ao tentar defender namorada
Reprodução
A Polícia Civil concluiu a investigação que apura a morte do servidor municipal de Pato Branco, no sudoeste do Paraná, Guilherme Ambrosini em 12 de junho deste ano. A polícia indiciou o suspeito pelos crimes de estupro, furto, roubo e latrocínio. Veja mais abaixo outros detalhes.
Na data do crime Guilherme estava com a namorada em um carro. Conforme relato dela à Polícia Militar (PM), o suspeito rendeu o casal e tentou amarrar Guilherme para violentá-la. O namorado reagiu e foi baleado. Após o disparo, o suspeito levou a mulher para uma mata, mas desistiu de cometer o estupro e mandou ela sair do local com o carro do casal.
O g1 tenta contato com a defesa do suspeito.
Além do assassinato de Guilherme, o homem de 41 anos – que está preso – é suspeito também do estupro contra a namorada do servidor e de outras duas mulheres de Pato Branco.
Ele responde ainda pelos crimes de tentativa de homicídio contra agentes de segurança e furto qualificado. Além de estar cumprindo 32 anos de prisão de condenações anteriores, segundo a polícia.
RELEMBRE O CASO:
Servidor municipal de Pato Branco é morto ao reagir para defender namorada de tentativa de estupro, diz polícia
Polícia identifica suspeito de matar servidor municipal de Pato Branco que reagiu para defender namorada de tentativa de estupro
Polícia prende homem suspeito de matar servidor público que reagiu para defender namorada de tentativa de estupro no PR
A investigação
Conforme a polícia, com a prisão do suspeito em 18 de junho – após ser montada uma força-tarefa – foi possível coletar seu material biológico. Com o resultado foi confirmada a compatibilidade genética com material coletados de uma das vítimas de estupro.
No dia em que o suspeito foi preso, a polícia apreendeu uma arma de fogo e cartuchos que estavam com ele. Após perícia comparativa entre o material apreendido e cartucho localizado no carro do servidor, o Instituto de Criminalística do Paraná confirmou que a arma portada pelo suspeitou foi a mesma utilizada na morte de Guilherme.
A polícia afirmou ainda que através de diligências comprovou a presença do suspeito nos locais e horários em que os outros dois crimes de estupro investigados ocorreram.
Crimes que o suspeito foi indiciado:
Estupro: indiciado três vezes;
Roubo: indiciado quatro vezes, com pena aumentada pelo uso de arma de fogo na ação;
Furto;
Latrocínio.
Se o suspeito for condenado por todos os crimes, as penas máximas somadas podem chegar a 90 anos de prisão, segundo a polícia.
VÍDEOS: Mais assistidos g1 PR
Veja mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste.

Rolar para cima