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Mães fazem protesto pela reabertura de pronto-atendimento no Hospital Materno-Infantil, em Ponta Grossa


Em setembro, pronto-atendimento foi transferido para UPA Santa Paula. UEPG, que administra o hospital, diz que mudança permite que unidade garanta melhor atendimento aos pacientes. Mães fazem protesto contra mudança de pronto atendimento infantil, em Ponta Grossa
Carla Yarin/RPC Ponta Grossa
Cerca de 50 mães fizeram um protesto em frente à Prefeitura de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, nesta terça-feira (23), pedindo pela reabertura do pronto-atendimento no Hospital Materno-Infantil (Humai).
O pronto-atendimento no local, que é administrado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), foi transferido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula em setembro.
O objetivo da mudança era reorganizar o serviõ para que a hospital recebesse apenas encaminhamentos e, assim, pudesse focar em atendimentos mais complexos.
Após a manifestação, a Fundação Municipal de Saúde informou que recebeu as mães e orientou que, em casos de baixa complexidade, os responsáveis devem continuar levando as crianças para as unidades de saúde do município. De lá, os casos são encaminhados aos hospitais.
O que diz a UEPG
A UEPG informou que o pronto atendimento é um serviço de atenção primária, que é uma atribuição exclusiva do município, e que a mudança segue o padrão que é aplicado em todo o SUS.
Segundo a universidade, com a mudança, o Humai expandiu os serviços, atendendo pacientes referenciados, com encaminhamento via Samu e Central de leitos, oriundos de três Regionais de Saúde, de 28 municípios, com cerca de 1,1 milhão de habitantes.
De acordo com a administração, a mudança “permite que a UEPG assuma os serviços hospitalares; amplie atendimentos ambulatoriais; garanta a qualidade e humanização na assistência do pré ao pós-parto; implante o Programa de Residência Multiprofissional; e torne o Hospital uma referência no atendimento materno-infantil na região”.
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