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Laudo aponta que arma apreendida com suspeito foi usada para matar chefe do IAT de Paranavaí, diz polícia


Dois homens estão presos suspeitos de participação na morte de Odair Galhardo, de 51 anos, em Amaporã, no noroeste do estado. Crime aconteceu em agosto de 2020. Chefe regional do IAT foi morto quando chegava no Parque Estadual de Amaporã
Michelle Machado/RPC
Um laudo pericial apontou que uma arma apreendida com um dos suspeitos foi usada para matar o chefe regional do Instituto Água e Terra (IAT) de Paranavaí, no noroeste do Paraná, de acordo com a Polícia Civil. O laudo foi concluído na terça-feira (27).
O crime aconteceu em agosto de 2020. Odair Galhardo, de 51 anos, foi morto quando chegava no Parque Estadual de Amaporã, na mesma região, para buscar funcionários. Ele foi atingido por quatro tiros.
Dois suspeitos, de 41 e 66 anos, foram presos em 14 de abril deste ano. Segundo a polícia, um é suspeito de atirar e outro de ser o mandante do crime.
A polícia ainda investiga a motivação do crime. As duas principais linhas de investigação apontam para alguma retaliação relacionada ao trabalho do servidor ou algum desacordo comercial.
Os presos negaram participação no crime em interrogatório, informou a polícia. Eles estão na cadeia de Paranavaí.
Laudo e armas
Durante o cumprimento dos mandados de prisão, os policiais encontraram armas e cartuchos de munição na casa de um dos suspeitos. Uma pistola e uma espingarda foram apreendidas – ambas sem registro de propriedade.
A polícia já suspeitava que uma das armas tinha sido usada para matar Odair Galhardo, visto que ele foi atingido por tiros do mesmo calibre da pistola apreendida.
Conforme a polícia, o laudo confirmou que o projétil localizado no local do crime bem como o retirado do corpo da vítima “quando confrontados com a arma encontrada com um dos presos confirmam que procedem e foram expelidos pela arma apreendida”.
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