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Corpo de empresário vítima do coronavírus será enterrado com caixão lacrado

Não poderá ser cremado porque Cascavel não tem crematório e transporte é proibido

José Roberto Guilherme, superintendente da Acesc (Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel), comentou sobre os procedimentos que serão feitos em velório e sepultamento do homem de 66 anos que morreu por conta do novo coronavírus em Cascavel.

“O corpo já sai do hospital com embalagem duplamente fechada, própria para cadáver, e daí ele vem para Acesc, onde é colocado em caixão lacrado”, informou o superintendente.

Conforme orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o velório e sepultamento deve ser feito o mais rápido possível evitando aglomeração de pessoas e o mínimo de contato entre os presentes.

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Além disso, medidas de higienização devem ser redobradas para evitar o máximo a contaminação de outras pessoas.

José Roberto Guilherme descartou a possibilidade do corpo ser cremado. “Ainda não temos nosso crematório e também o corpo não pode ser transportado para outra cidade, nesse caso ele já é encaminhado direto para sepultamento”.

Essa é a primeira morte registrada por conta do novo coronavírus em Cascavel. O paciente de 66 anos estava internado na UTI de hospital particular. O empresário ficou cinco dias internado. De acordo com as informações do município, ele retornou de viagem internacional no dia 15 de março e notificou no dia 19 os sintomas da doença. Mas estaria com sintomas desde a volta de Dubai.

O paciente é considerado grupo de risco. Por causa da idade, acima de 60 anos, e com histórico de diabetes e hipertensão.

Redação Catve

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