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Brasil sai do fundo do poço, da um passo ao crescimento e precisa incentivar o setor produtivo a investir e gerar emprego

A sociedade brasileira, atenta às ações do governo federal, em especial na conquista, em apenas sete meses, da mais importante das reformas que o país precisa para colocar a economia nos trilhos, a reforma da Previdência, pode começar a comemorar, também, o exaustivo, polêmico e conturbado processo contra a corrupção que já deu resultado e colheu seus frutos. O combate à corrupção no Brasil, embora ainda tenha um trabalho judicial pela frente, já surtiu efeito com a prisão de políticos, em especial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Passado este período de caça às bruxas, o importante agora é centrar as ações que venha a conquistar a credibilidade junto aos investidores externos e principalmente interno para levar luz à frente da economia com a geração de empregos e rendas. Com isso, o governo federal poderá tocar os projetos sociais com pesados investimentos nas áreas da saúde e educação e ampliar ainda mais os esforços que vem fazendo no combate ao crime organizado para dar tranquilidade à população.

A sociedade social, como um todo, quer agora ver a economia crescer e isso só acontecerá se as empresas, os empresários voltarem a investir. Com a Operação Lava Jato, iniciada em 2014, muitas empresas fecharam as portas e outras deixaram de ampliar seus investimentos e gerar empregos, o que levou o país a contabilizar, hoje, 13 milhões de desempregados, mais um outro número semelhante de trabalhadores informais que saíram às ruas em busca de alternativa para levar alimentos para casa. Hoje, são perto de 50 milhões de brasileiros que precisam trabalhar, ter renda, casa própria, saúde, educação e segurança.

A economia brasileira, que bateu no fundo do poço, está se recuperando, embora ainda em marcha lenta. Portanto, se houver um pequeno incentivo, ou seja, que se deixe de ameaçar empresários e empresas do setor produtivo, haverá esperança para todos.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira, 29, apontam que o Produto Interno Bruto (PIB do segundo trimestre teve um crescimento de 0,4% em relação ao trimestre anterior. Segundo economistas, o Brasil escapou de mais um trimestre recessivo e já há uma expectativa de consumo no comércio.

Com estes sinais, embora ainda acanhados e um freio no caça às bruxas, é possível sonhar com um país melhor. O Congresso Nacional, com sua reformulação também vem dando mostras no sentido de recuperar sua credibilidade, abalada ao longo dos anos, junto à sociedade.

Os congressistas sabem que não há mais espaço, ou brecha para a corrupção explícita e tem conhecimento também de que a sociedade não mais permitirá práticas ilícitas com o dinheiro público e que receberá o troco nas próximas eleições, como aconteceu com o último pleito, onde um grande número de políticos tradicionais sucumbiu nas urnas.

Sergio Moro não é mais juiz federal e a Lava Jato já não lhe pertence. O Supremo Tribunal Federal, ainda com algumas medidas que desagradem a população também está cauteloso em relação a sentenças e vem cumprindo à risca os mandamentos da Constituição, o que é bom para a nação.

O presidente Jair Bolsonaro, embora tenha mantido discussões desnecessárias e com perdas políticas, como agora onde, na última pesquisa da CNT seus índices caíram assustadoramente para 39 % de aprovação, tem delegado ao ministro da Fazenda, Paulo Guedes, o efetivo comando da economia brasileira e tal credencial é um alento para o Brasil e todos os brasileiros.

Portanto, a hora é de acabar com a odiosa campanha contra empreendedores e agentes do setor produtivo para o Brasil voltar a crescer e conquistar seu lugar ao sol ao lado de nações do primeiro mundo. Os exemplos de vontade já foram dados.

Pedro Ribeiro / Paraná Portal

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