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Vereadores votam afastamento da prefeita de Quedas do Iguaçu

A câmara de vereadores de Quedas do Iguaçu se reuniu extraordinariamente na manhã desta segunda-feira (03) para votar o Decreto Legislativo 01/2019 que afasta temporariamente a prefeita Marlene Revers do cargo, até ser finalizado processo por improbidade administrativa.

A sessão ficou tensa após o vereador Rodolfo Revers, filho da prefeita, pedir o afastamento, por suspeição, do vereador Ivar Antônio Eleutério, que presidiu a Comissão Processante. O vereador Rodolfo chegou inclusive a falar em plenário, que o presidente da comissão “teria pedido, através de um intermediário, a importância de 500 mil reais para votar a favor da prefeita, e que, após isso renunciaria ao cargo e iria embora da cidade.

Ao fazer uso da palavra o vereador Ivar negou todas as acusações e disse que “se provarem alguma coisa com relação a esse pedido eu rasgo meu diploma, renuncio ao cargo e nunca mais concorro a uma eleição”.

O pedido de afastamento do presidente da Comissão foi recusado pela maioria, e pós isso o plenário aprovou o regime de urgência para votação Decreto Legislativo de afastamento da prefeita, que será discutido e votado em sessão que acontece ainda hoje (03), às 19 horas.

Cassação

A instalação de uma Comissão Processante foi aprovada a cerca de duas semanas para investigar possíveis gastos excessivos feitos pela administração que podem levar à cassação do mandato da prefeita Marlene Revers.

Conforme a denúncia, desde 2016 vêm se tornando corriqueiros gastos excessivos com bolos, tortas, salgadinhos, canapés, doces para reuniões do Conselho Municipal de Assistência Social. Em 2017 e 2018 essa despesa teria superado R$ 270 mil, e, em alguns meses, a prefeitura chegou a pagar cerca de 300 quilos de bolo.

O Paraná

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